Depoimento-Parte-3

Muitos foram os aplausos. Memorial da América Latina, Parque do Ibirapuera, Museu de Arte de São Paulo, Vão do MASP, Hospital Santa Catarina, Anfiteatro Camargo Guarnieri, faculdades, shoppings, bairros de SP, Campinas, Santos, na rua, no Círculo Militar com a banda do exército, etc. etc. etc. Muitos aplausos e eu pequenino no meio disso tudo aprendi mais frequências, suas características, durações e o respeito de tê-las para usá-las nos corações de todos nós em ambiente profano ou em ambiente sagrado nas várias igrejas de São Paulo, incluindo a Catedral da Sé. Eu, apesar de um cantor desconhecido sentia-me um ganhador, enquanto isso meu pai perdia em Pernambuco a eleição para vereador obtendo apenas 11 votos.


Depoimento-Parte-2

Sem a presença de minha mãe Gilma, a desintegração da família foi a consequência visível ao longo do tempo. Uma sucessão de eventos de desproteção foram me colocando para fora de meu eixo de harmonia pessoal e rompimento com a ex-noiva, uma ameaça de gravidez e aborto, um acordo forçado de demissão voluntária colocou-me para fora de minha carreira bancária. A mudança de cidade e desistência em assumir o não pagamento de comissões por trabalho realizado fora de minhas funções, além dos preconceitos gerados pela hostilização dos colegas remanescentes adoeceu-me em corpo e mente. Logo a formação como radialista se fez presente numa nova rota de vislumbre da realidade social ao lado de minha desproteção pessoal.


Depoimento-Parte-1

Depoimento Público
Meu nome é Cleber Alcasar, sem entrar em juízo de valor quanto ao modo como fui conduzido ao confinamento, inicio meu relato sobre os artigos sobre os quais fui considerado criminoso. O artigo 31 e o artigo 33. No artigo 31 que deveria ser o artigo 32 da Lei de crimes ambientais incriminaram-me de maus tratos e prática de abuso sexual chamada zoofilia dos meus cães. Uma matilha de 18 animais criados por mim por 8 anos, sendo o que aparece na foto o macho reprodutor. No artigo 33 do Código Penal incriminaram-me de porte e tráfico de drogas de uma substância encontrada pela polícia na casa, contendo 4,8 gramas de substância química tratada no laudo técnico da promotoria como Crack.


Prato Feito Programa Social

Entende o Movimento de Valorização Humana (vide plataforma) que, independentemente, além da posição sociocultural, étnica ou de empregabilidade do cidadão ou da cidadã sobre o solo nacional, assim definido pela Constituição Brasileira, para a manutenção da vida do ser humano em questão é necessário o alimento, tendo ele ou não recursos para adquiri-lo. Assim sendo, ao negar esse princípio vital, o Estado nega a cidadania de uma forma visceral, além de praticar crime à integridade humana, a saber: primeiro negando o acesso ao alimento por falta de recursos para adquiri-lo nega a vida daquele ser, ao negar a vida comete o crime de tortura para a desintegração física do corpo humano e sua consequente morte.


Cocaína, Maconha e o Dólar no Paralelo

Quando entendemos a substância Cocaína como um medicamento usado ao longo do tempo de forma ilícita e criminosa no adoecimento do povo brasileiro pela desistência do Estado Brasileiro em assumir o crime institucional de permití-la por detrás das decisões constitucionais, incluindo a Constituinte de 1.988, atualmente em vigor, entendemos que este adoecimento incluiu parlamentares, juízes, delegados e suas famílias. além de comerciantes, bancários, artistas, jornalistas e suas famílias, incluindo moradores de comunidades e os próprios traficantes que, vendo a verdade da desistência do Estado e negação das classes consumidoras da substância encontrou a verdade da lei econômica que diz: Onde demanda existe oferta.




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