Vetor Jurisprudencial

Quando entendemos o recurso da organização social como logística de apoio à Natureza natural encontramos no Direito régua de medida em contraponto apoiador dos deveres em responsabilidade garantidora de execução, entrega, de ação. Na doença natural produzida pelas intempéries negadas agregadas às tentativas civilizatórias de controle temos as leis constitucionais opositivas, assim como, temos na doença virótica seu transmissor e agente de transporte. A ciência médica o trata como vetor, a filosofia poética moderna o trata como mosca na sopa, enquanto a epistemologia diretiva do Direito o trata como jurisprudência.



Seria o mesmo do que dizer em ação requerida sentenças iguais para casos em igualdade de semelhança vetorizada em variáveis cientificamente pronunciadas pela coerência no trato do dever desistido em relação com o direito adquirido. Matar é crime, pois o dever é não matar, entretanto morrer na prisão é crime contra o direito adquirido de não morrer pela pena imputada para disciplinamento do retorno ao dever de não matar. Isso também vale para o homicida. Ao negar essa sentença criamos novo crime e aí a oposição legal feita leva à vetorização deformada do caminho legal.



Ora, se a jurisprudência apenas revela caminhos em leis opositivas a incoerência legal se faz, mesmo amparada pela jurisprudência epistemológica e aí revela o adoecedor. Quem mata a lei, a jurisprudência e o direito é o vetor original. O Vetor Jurisprudencial é a cura no adoecimento de se amparar sentença em epistemologia jurídica já doente.



O direito à riqueza sempre foi de todos, entretanto para obtê-lo perpassa pela influência da lei. O psiquismo do indivíduo é o foco legal. A proteção ao psiquismo do cidadão é dever do Estado. A fragilidade da vida humana sob os efeitos das tecnologias ideológicas atuais, manipulando direitos e deveres em diegese inconsciente atemporal sobre a mente nacional gritou, recentemente, a morte do corpo em vida do cidadão brasileiro e sua família. A máscara do poder econômico sustentada pela natureza humana permanentemente sob sujeição de domínio caiu e a vivemos ditada pela miséria compartilhada em troca da ignorância sobre um jeito de ver a vida que mata a própria família e seu tempo de vida.



Colocando em seu lugar fabricados ou indicados a viverem esses direitos e recursos por aprendermos inconscientemente a reconhecê-los melhores, reais, sobre a riqueza brasileira, assim apareceram. O povo, de forma individual, iludido pela teatralização em ritos, rituais de negação negou a si mesmo, entregando ao acaso do reverso da lei a condução de sua mente, da proteção do seu psiquismo, aceitando a devora do entendimento de, afinal o que é seu dentro dessa riqueza manipulada por autoridades de ocasião e, em alguns casos, até irreais, superiores e mais necessários aos seus próprios pensamentos e maneirismos, aceitando-os (as) como dignos de usarem seu corpo, seu caminho e seu animus.



A defesa de doutrinas de libertação de povos distantes a nos mover armados contra nossos próprios pares. A introdução de pessoas imaginárias no nosso imaginário a construir submissão e dedicado proxenetismo, o superfaturamento de seres comuns a nos conduzir como cordeiros a aprovar legalmente transferência de riqueza nossa para super pessoas criadas por esse imaginário a acumular riqueza nossa em nome de grupos econômicos criadores de tecnologias ideológicas teatralizadas em produtos culturais produzidos sem lastro real de solução de nossas reais necessidades de liberdade econômica, cultural e social apenas pela pueril repetição de suas marcas, imagens e sons sobre nosso psiquismo passivo e desprotegido.



Os tópicos exibidos neste portal apresentam verdades, analisam de forma simples como conseguir liberdade para grandes dificuldades econômicas de nosso país para o sonho sempre inatingível de riqueza real para todos pela administração real dos números da economia brasileira em plataforma governamental responsável, respondendo com números reais sobre quanto precisamos e de onde temos dinheiro para termos o que precisamos sem evasão de divisas, sem contas que se multiplicam ou projetos suficientemente incompletos a necessitarem constantes, permanentes reformas em auditorias, consultorias a pulverizar nosso sonho ou pesadelo de um dia, talvez, termos algo permanente no compartilhamento da riqueza que temos direito.