Prato Feito Programa Social

Entende o Movimento de Valorização Humana (vide plataforma) que, independentemente, além da posição sociocultural, étnica ou de empregabilidade do cidadão ou da cidadã sobre o solo nacional, assim definido pela Constituição Brasileira, para a manutenção da vida do ser humano em questão é necessário o alimento, tendo ele ou não recursos para adquiri-lo. Assim sendo, ao negar esse princípio vital, o Estado nega a cidadania de uma forma visceral, além de praticar crime à integridade humana, a saber: primeiro negando o acesso ao alimento por falta de recursos para adquiri-lo nega a vida daquele ser, ao negar a vida comete o crime de tortura para a desintegração física do corpo humano e sua consequente morte.



Ao realizar o desfecho da tortura sobre o ser negado em vida, adquiri o novo crime de homicídio e, então, dois crimes acumulados contra o Estado pela desistência, tanto de preservar a vida do cidadão e da cidadã sem recursos materiais para a manutenção da vida por conta própria, desiste também de modificar a lei constitucional para desfazer a desistência. Em segundo, gera um crime em curso de ação caracterizado como aliciamento para o crime ao obrigar o cidadão ou a cidadã em questão a criar modos ilegais e contraventores para adquirir o recurso à suas expensas, como o comércio ambulante ilegal, o constrangimento psicológico sobre outros cidadãos para fornecer o recurso monetário pela mendicância e/ou tráfico.



Entretanto, ao pensarmos na manifestação desse direito pensamos nos custos dos sistemas de auxílio social com prédios caros, aparelhos complexos com monitores e panelões de comida e distribuição programada em horários e burocracias e mais e mais e tudo isso transformado em custos solicitados por vereadores, deputados e até empresas parceiras com escritórios de consultoria, propaganda e mais e mais e os recursos para a compra real do alimento se perde em contas públicas, tornando os sistemas passíveis de críticas da sociedade que é ao final quem paga todas as contas e acaba tendo que continuar com o problema social na convivência da cidadania indo até Deus, através das igrejas em solicitações eternas de doações.



Estamos vivendo uma fase de transição tecnológica e é normal confundirmos procedimentos ou reconhecermos as ferramentas de facilitações sistêmicas na prática simples das relações humanas cotidianas. Ao unirmos sistemas, marcas, processos e tecnologia encontramos, finalmente, o motivo do alinhamento de todas essas ferramentas:



Servir aos seres humanos em suas relações com os meios vitais, sociais, produtivos sobre os quais encontramos os benefícios em direitos e as direções em deveres por onde caminhamos na escritura definida em lei pela Constituição Federal produzida pela nossa sociedade brasileira e sempre reformulada para o nosso bem.



O Programa Prato Feito entende ser melhor desistir dos intermediários variados, não identificados e, por vezes, caros para levar de forma incerta a comida até a boca do assistido, em benefício do alinhamento coerente da tecnologia disponível para de forma simples e barata levar o recurso até o cidadão em situação de emergência de forma direta para que ele próprio adquira o alimento por sua própria necessidade alimentar diária. O direito de adquirir no próprio mercado distribuidor dos alimentos em restaurantes comerciais o prato de refeição para o almoço e o jantar. Duas refeições diárias a serem resgatadas em nome de seu Cadastro de Pessoa Física CPF no limite diário estabelecido acima.



Para tanto, o cadastro no CPF é acesso e o sistema ofertado administrado pelo programa numa conta pública única, dando atráves da própria Receita Federal a fiscalização direita ao permitir para cada CPF inscrito o acesso ao valor de duas refeições diárias em nome desse cadastrado em máquina de débito ou saque em caixa eletrônico em parceria com a rede bancária. O cartão Prato Feito seria emitido para o CPF cadastrado e teria o crédito diário dos valores referenciais para o consumo diário de duas refeições em reajuste conforme o mercado de distribuição define incluindo a política dos vales refeições das empresas e corporações vigentes. Com o crédito o cidadão consume ao seu gosto e tempo a refeição requerida.

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