Poder de Imprensa e Poder de Doutrina

Para entendermos a necessidade de entender o poder e poder se entender dentro dos poderes da nação brasileira é necessário entender o poder que se nos impõe há muitos anos de maneira paulatina como um perseguidor da verdade enrustida da mentira de ter poder sobre os remanescentes na busca persecutória. Ter poder sobre outros é indispensável comentar. O filho tende a desbancar o pai poderoso logo assim que se percebe submetido por este na inclusão de seu nome, ou seja, do reconhecimento simbólico de sua presença sobre seu psiquismo. Agora o filho sabe quem teme, pois tem um nome, um simbolo a agregar o poder de submetê-lo dentro de seu próprio psiquismo. Como uma marca interna sua e ao mesmo tempo a ser negada.



Em seres normais de gênero definido entre macho e fêmea ou masculino e feminino, com pênis e próstata ou útero e ovário, as marcas são as mesmas. O seio alimenta e a mancha não identificada afasta o seio por necessidade de atenção. Com a presença do nome em marca psíquica, ou seja, ao identificar-se como uma marca simbólica, ou seja, meu pai, ou aquele homem ou o outro ao lado da minha mãe simbólica, então o poder limitador tem marca e agrega uma massa psíquica definidora de caminhos ou desvios psíquicos. Raiva e revolta ou desejo de reconhecimento e domínio. Muitos serão os caminhos adotados para se ter controle sobre o poder presente no impedimento ou desobstrução dos caminhos do desejo fluente a ser saciado.



No caso da nação brasileira, simbólicamente, somos presas da mesma insegurança desobstrutora de nossos caminhos de cidadania atrelados aos nossos caminhos psíquicos individuais no desenvolvimento individual de nosso psiquismo submetido aos efeitos do poder sobre nossa vida humana de cidadão de direitos e deveres. Com a modernidade e o entendimento das formas por sobre nós condutoras e sabendo termos nelas controladores, pesquisadores, informantes e avaliadores analíticos, tanto de sua presença, quanto de seus efeitos sobre nosso psiquismo individual e coletivo ao longo do desenvolvimento humano, encontramos a ciência das tecnologias ideológicas como matéria de profundo interesse atual dentro da modernidade.



Os meios de comunicações, ao longo das 5 ou 6 décadas, de forma juvenil, expôs nossas fraquezas em imagens , sons e palavras textualizadas a exibirem o que nos atormentava na construção de nosso psiquismo. Adotamos como verdades coletivas ideologias de libertação de povos distantes e encontramos em palavras perversas a condução sexual de nossas jovens e de nossos jovens na busca da liberdade de realização de desejos infantilmente incompletos em nossos psiquismos individuais e assistimos nossos incompletos, por esse mesmo motivo, analistas da verdade momentânea dar-nos teóricas aprovações sobre causas e efeitos materializados em produtos culturais em linha de tempo alargada pela multiplicidade de informações.



Os detentores das bases materiais de controle desses produtos culturais, alinhando seus achados acharam, inconscientemente, um caminho poderoso de controle social, transcendendo para o controle do poder econômico posterior. Construir idéias falsas para sobre elas agir de forma, verdadeiramente, controladora. Inibir pensamentos livres na distração prazerosa da estupidalização do analista de sua própria vontade de se divertir ou ausentar-se. Plateias devoradoras de aplausos, mesmo sendo sem fundo completo de conteúdo, pelos ritos adotados como padronizados. Ao desafino do show nada a dizer, além de aceitá-lo como um ensaio para aplauso mais caloroso e assim obter prazer verdadeiro como participante de algo maior.



A mentira inicialmente tratada como ilusão interpretada sendo aceita como uma verdade falsa a ser protegida, dando vazão a um sistema de comunicação paralelo a construir realidade mentirosa e falsa tratada como poder verdadeiro e controlador sobre os cúmplices achados entre os participantes de tais sistemas de comunicação paralela. Casais falsamente construídos como parceiros, dando filhos falsos sobre o psiquismo coletivo e mal informado, gerando paralelas famílias a nos informar como subir ao controle do poder ideológico de forma verdadeiramente falsa e lá permanecer como poderosos modelos da falsidade da sociedade controladora da nação e não institucionalizada nas instituições democráticas de poder real.



Meio século negamos a criação, construção e ou desenvolvimento de um modus coerente e oficial de informar o povo, disseminar informações para o controle do poder e em tempo maior lançamos ao infinito as possibilidades libertadoras da nação coletiva para um sonho inacessível a todos dado como assim por poucos controladores do imaginário coletivo absorvido pelos meios de comunicações e entretenimento social de massa. Sonhar com o inatingível para o povo deu a grupos econômicos de interesses particulares o controle econômico da nação e do inconsciente coletivo condutor de comportamentos individuais e negador de individualidade original no indivíduo na quebra de barreiras e questionamentos sobre tais controladores.



Com a ciência das ciências de controle de massa e os efeitos das produções culturais cientificamente comprovadas como manipuladoras do psiquismo individual e coletivo, torna-se urgente termos imediatamente um poder governamental a legislar o que queremos e o que podemos receber pelo e para o nosso bem tanto humano como ser biológico dentro do nosso desenvolvimento natural como espécie, quanto o nosso desenvolvimento psíquico como povo coletivo nas buscas coletivas das nossas famílias dentro de nossas reais necessidades, tanto de exposição, quanto de recepção de nossos segredos nacionais, quanto das consequências das exposições pueris de nossas fraquezas, abrindo armas contrárias aos nossos inimigos ideológicos.



Todas as manifestações humanas e ou traduzidas da natureza para o mundo civilizado nos codificado, vindas do mundo paranormal ou espiritual e divino nos vem de uma forma definida. Sejam elas animadas, inanimadas, em naturezas diversas em espécies e subespécies, incluindo o homem moderno e suas classificações metropolitanas, além dos conceitos religiosos, extra sensoriais, agregando Adão e Eva e ou o Homo Sapiens e Sofia são por nós experienciados e são por nós disseminados pela via dos códigos, dos signos, dos símbolos. As linguagens formadas pela experiência no trato com os simbolismos introjetados, internalizados em nosso psiquismo são a parte subjetiva na materialização pressentida pelo cérebro humano.



É fato entendermos que o não visto nem sempre significa não existente, visto os vírus e a existência do microscópio eletrônico de alto alcance de visibilidade. Se na massa humana sabemos as consequências dos efeitos materiais em choque de espaço em intempéries vividas, sabemos também que o psiquismo formado pela codificação simbólica das linguagens vivenciadas são formadores de espaços definidos e de resposta ante a elementos de excitação e o resultado é a resposta imediata cientificamente requerida. Um trauma psíquico causa efeito comportamental, nenhum legislador do poder judiciário determinará em juizo legal diferente posicionamento no julgamento de um homicídio ou do aliciamento para o crime negando o fato.



Se isso é ciência jurídica comprovada, desproteger a nação do entendimento de que o trauma é a exposição passiva do psiquismo individual do cidadão ou da cidadã ao elemento agressor, por via psíquica, por motivos de atingimento de benefício, seja ele material e ou moral ou de dominação, fica clara a fragilidade ao despermitirmos a nação brasileira de entender a necessidade de proteção urgente, imediata de nossos psiquismos individuais como cidadãos brasileiros e cidadãs brasileiras, diante de exposição por elementos produtores de efeitos, sejam eles de superficial entretenimento ou em qualidade de agressão suficiente para modificar comportamentos em direção de interesses de dominação clara em ciência estudada.



Merecemos respeito como povo brasileiro, não somente porque temos a informação de como nos proteger de agressores ideológicos com poder econômico para agregar junto a monopólios de comunicação social agressores de todo tipo de interesse particular, incluindo o de extorsão da riqueza de gente desinformada desses modus operandis sobre a sociedade como um todo, subliminarmente, em frames ditos culturais, apoiadores de mensagens sensivelmente deixadas de lado pelo olho crítico, exatamente, por ausência do povo ter do estado o estudo em formação escolar e acadêmica a reconhecer a agressão traumática a que está submetido em ditos produtos culturais de massa, durante linha de tempo paulatina constantemente programada.



A criação de gente falsa produzida por tecnologia inacessível ao povo comum criando dentro da sociedade gente comum transformada em super pessoas ou superdotados apenas pela exposição contínua de suas marcas sobre a população ou escondendo os motivos reais de sua formação pessoal como riqueza de talento afasta o povo brasileiro do entendimento do caminho correto para localizar dentro de seu próprio psiquismo o seu talento verdadeiro e a riqueza a ser perseguida no encontramento da democracia e da justiça social a ser protegida por poder nacional forte a indicar os caminhos dessa verdade, além de inibir o crime fraudolento da manipulação mental sobre o povo.



O poder da nação está submisso à sua própria organização. Se desfeita e desistida, se em curso. A sustentação da soberania nacional atrelada a linha de tempo longínqua do eterno sempre refeito. O poder da nação está submetido ao poder de sustentar-se sobre plataforma garantidora da espécie a ser alinhada. No caso do entendimento humano ter o ser humano como régua de alinhamento. Sem sustentação ou sustentado pelo diegético texturizado pela cultura o poder se sustenta e temos o rumo. Se a leitura do poder desbanca a farsa cotidiana, a farsa desbanca o ilusório e a mentira desfalece. A verdade está exposta, a verdade está exposta é o grito. Fazer com a verdade de verdade é o que verdadeiro se tem. O quê! ou quem?



Deixou ter importância a discussão política e social das consequentes consequências da presença ou da ausência de todos os poderes completos e funcionais para o curso natural da democracia. Entretanto, para a completude da plataforma governamental que eu proponho ao defender a estrutura principal da nação brasileira a fluir junto com os poderes existentes urge melhorias. O acréscimo do Poder de Imprensa deixou de ser impositor e com as novas tecnologias agressivas em sua agilidade urge, então, necessário. Ao lado dele, o Poder de Doutrina caminha par. Pensemos com exatidão e modernidade. Informação moderna, métodos lógicos, metodologias eficientes, sistemas, esquemas e estratégias eficazes. Tudo novo, cada dia.



Tudo pela via do código. O símbolo a ser impresso no psiquismo do cidadão e da cidadã. Na urgência da defesa íntima sobre famílias ou indivíduos, que urgem ciência sobre o quê psiquismo e como protegê-lo de forma constante a cada dia. Nada deixado de lado. O movimento do corpo pelo impulso do estímulo recebido, através de sistemas de comunicação privados ou estatais e sobre o psiquismo passivo do homem e mulher brasileiros ativa a ação humana brasileira. A manifestação dos interesses nacionais ao lado das invasões dos desejos de realização de interesses próprios de povos distantes, colaboradores e ou opositores, junto às soluções encontradas e ou a encontrar no espelho de nossas próprias necessidades alinhadas.



Se a filosofia de Descartes dá mostras de curso guia de trilho na abertura do puro olhar humano sobre a aventura da vida humana no transcorrer do psiquismo humano em mecanismo simples de entendimento encontramos, penso logo existo, para quê, para quem e por quê?, corrigimos nossa rota pela divina manifestação do eterno impraticado da perfeição impraticada e aí nos vem a derrota humana sobre si mesma no tocante ao toque a ser dado sobre o corpo divino de Deus impraticado pelo amedrontamento do traidor na querência de derrotá-lo, junto às imperfeitas formas de organizarmo-nos para a pratica da riqueza compartilhada ou da informação de como conceber tal prática. A nos tirar o vício filosófico em prol da ciência.



Ciência que dá curso fácil pelos manuais e ordenamentos impressos sobre psiquismos necessitados de apaziguamento e caminhos facilitadores sobre demanda perseguida por gerações na busca da riqueza comum desde o divino Adão e sua Eva até o solitário Homo Sapiens e sua ou suas parceiras originais e vice versa. Das tábuas de Moisés aos detalhes de seu irmão Aarão na concepção de como organizar-se junto ao poder original seja ele divino, adorador, passivo ou ordenador de condução de liderança para o requerido leite e mel encontrado numa caverna das eras primitivas ou sobre os troncos de árvores tropicais de aldeias livres de impositores científicos. Tudo seguindo pelo e para o humano. Decodificado por seu psiquismo.



Nada. Nenhuma nave espacial, nenhum sistema de comunicação verbal fibrilado para cérebros superiores, modus de convencimento de massa para o trabalho ou para a legalidade do comportamento social e cultural longe dessa verdade. O ser humano dono do caminho e dono da criação pura e natural ou científica e perseguida. O ator principal a mudar o rumo da vida humana num efeito borboleta a cada dia, a cada gesto, a cada movimento. O verbo a fluir cada dia no rumo novo, num novo significado, onde o absoluto divino se sujeita a lavagem dos próprios pés aceitando desafios de devora para deuses criados pelos próprios criados de Deus. Deus divino de Adão e divino da completude da natureza soberana a gritar multiplicidade.



O ser humano múltiplo, natural ou sensato a passear sobre a criação do Deus coletivo na multiplicidade da natureza em códigos a serem impressos sobre o caminho e sobre o psiquismo do indivíduo dentro do coletivo ou no indivíduo a modificar o coletivo e o próprio rumo do caminho na sucumbência sobre a verdade do poder de criação. O deus humano querendo deus em aceitando-se soberano igualar-se em desejo de toque divino íntimo no temor da fragilidade, tanto do corpo material, quanto do corpo etéreo invisível para olhos despreparados e às vezes visível demais para olhos inocentes. Se para Deus o pai é tão feliz na mesma quantidade de felicidade de seu filho mais infeliz, para a ciência é riqueza para todos. Nada +.