Plataforma Governamental sobre o Assoalho Nacional

Quando olhamos o mapa do Brasil entendemos existir uma linha que define o seu contorno. Essa linha imaginária no papel é real na geografia do país. Se alguém tentar ultrapassar essa linha de dentro para fora ou vice versa terá o impedimento de uma autoridade. A Polícia Federal e essa a Constituição Federal, que subordina todos que estão dentro dessa linha representativa. A autoridade soberana que define até quem manda nos poderes do país. O Brasil tem lá três autoridades definidas em lei: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Qualquer um que queira mover-se através da linha delimitadora do país definida pelo desenho do contorno do mapa nacional brasileiro deve responder à essas três autoridades nacionais.



Pensemos, quando estamos do lado de dentro da linha representada no mapa podemos caminhar e nos mover para qualquer lado, desde que obedeçamos a Constituição Federal e seus códigos correlatos que define quem tem autoridade humana para representar marcas simbólicas institucionais sobre o solo brasileiro, além dos deveres e direitos que têm aqueles que nascidos sobre esse solo, naturalizados para serem considerados desse solo, tanto quanto os que para sobre esse solo vêm com interesses múltiplos. O solo nacional brasileiro, portanto, é a representação real e geográfica do Assoalho Nacional simbólico por sobre o qual todos nós caminhamos ou nos movemos dentro da linha definida no contorno do mapa do Brasil em lei.



Pensemos agora como um indivíduo dentro de uma família, que anda pela via pública, mesmo se estivermos na praia necessitamos, ao andar, cuidar dos pés e protegê-los de ferimentos. Os chinelos são bem-vindos. Se quisermos andar numa cidade por longo período calçados confortáveis são necessários. Quando a caminhada longa do tempo mostra o desgaste a sola do sapato deve ser trocada. Se pensarmos numa família, o pai deve cuidar da mãe e dos filhos para que a família sobreviva e se sustente em pé diante do mundo e da autoridade do Estado com direitos e deveres em lei. O filho saudável deve ser estimulado e o filho ferido deve ser cuidado e curado para que a família progrida e continue andar junta ao longo do tempo.



Com o Estado Brasileiro é a mesma coisa. A autoridade constitucional define as leis. As empresas e instituições mães distribuem as ações sócio econômicas e numa escala de classes orientam ações de força de trabalho até o último dos filhos ou filhas na base da pirâmide social. O chão humano da família brasileira simbólica, que sustenta toda a estrutura promovida pela autoridade maior da nação representada pelos poderes definidos em leis constitucionais. A base ou plataforma por sobre o qual todo o país anda. Como uma sola de sapato usada para caminhar sobre o Assoalho Nacional representado pela área geográfica do país definida pela linha do contorno do mapa nacional brasileiro.



Temos, então, que se a autoridade da lei impede a travessia dessa linha para livre aquisição dos recursos no sustento material, econômico dos cidadãos brasileiros na manutenção de suas vidas originais, supõe-se que o(a) cidadão(ã) ao não ter essa sustentação, o Estado deve prover em lei. Como que, se em lei, declarando a responsabilidade de ter dado àquele(a) cidadão(ã) brasileiro(a) como filho(a) simbólico(a) da simbólica família brasileira, a vida. Se saudável estimulá-lo, se ferido cuidá-lo e curá-lo com o alimento para a manutenção da vida e as proteções de seu corpo humano, incluindo moradia e sanidade psíquica. Assim como se dá ao sapato velho uma sola nova para continuar andando na direção do futuro.



Outrossim na visão fundamentalmente legal requerida, entendemos que assim o cidadão é limitado em lei na travessia da fronteira para adquirir seus sustentos livres e impedido internamente pela ausência do emprego remunerado de adquiri-los. Em comparativo de análise, temos que um preso também é limitado pelas paredes do presídio e muitos e por longo tempo pelas paredes de sua cela. Assim sendo é impossível ao preso negociar sua própria alimentação para a manutenção de sua vida fora do presídio e sob essa inibição entende o Estado que deve dar ao preso de maneira irrevogável o alimento a custa de ser incriminado pela lei de execução penal por crime de tortura.



Ora, se o cidadão livre, tendo a mesma inibição fronteiriça para negociar e/ou adquirir seu sustento material alimentar, sugere-se que, nesse caso, o Estado desiste de dar a ele tratamento igualitário e, se não, sugere-se pela desídia praticada sobre este(a) cidadão(ã) ou filho(a) simbólico(a) brasileiro(a) sem condições materiais de sustento próprio, o Estado acatar uma sequência de crimes continuados correlatos, a saber: discriminação isonômica, constrangimento psicológico, aliciamento para o crime, tortura e, finalmente, tentativa de homicídio. O cidadão molestado, se não encontrar por si mesmo vias de reparo coerentes definha ao longo do tempo em estado psíquico de infantilismo e agressividade resultante.



Ora, a conclusão imediata é óbvia e lógica. Se o cidadão livre tem piores condições de manutenção de sua vida alimentar em cidadania em comparação com um detento, que preso ao Sistema Prisional e sob a rigidez da Lei de Execução Penal, tendo do Estado em média recursos já insuficientes para a integridade humana do preso entorno de R$ 3.000,00 a R$ 5.000,00, o cidadão livre sob a plataforma governamental exercida em ambiente de liberdade é conduzido ao aliciamento para o crime, já que sem recursos para garantir o sustento alimentar pela ausência do emprego terá de realizar recursos em ambiente ilegal. Seja ele no subemprego, seja ele no comércio ilegal, chegando naturalmente ao tráfico, incluindo entorpecentes.



Imediatamente, devemos nos esclarecer em dois tópicos tratados neste portal, a saber. Capa e Contracapa e Meu (R$ 1.000,00) Projeto de Pulverização Econômica. No primeiro, dois pontos importantes são tratados. A submissão do Poder Judiciário ao Poder Executivo pela indicação na negação das leis opositivas que dizem em um artigo independência de poderes e logo em seguida submissão e indicação de poder por poder. No segundo tópico, o entendimento simples do giro econômico dentro de qualquer plataforma, onde o dinheiro sempre e independente de quem o possua dentro da sociedade vai sempre em direção de retorno para a classe dominante dos investimentos capitalistas como regra científica e legal.



Fazer uso dessa ciência, interferindo na distribuição dos recursos dentro da plataforma é que é o desafio de autoridade e de reconhecimento da negação social ao longo do tempo tratada como ideologia simples e permanente nomeada discriminação social. Desistir de setores sociais é como negar força propulsora de ação em benefício do próprio capital, mas saber usar é questão de competência de quem aspira por autoridade em nome de quem, verdadeiramente, tem a autoridade e esta é definida em lei constitucional brasileira em primeiro regime. O Regime Capitalista e, sob às bençãos de Deus, temos o orientador do poder direcional. Para servirmos à Deus devemos incluir todos e para seguirmos a lei darmos o recurso em lei.



Na análise da necessidade de sustentação de governabilidade numa visão de sociedade participativa dos próprios destinos, sugiro em lei a ampliação das caracterizações de poder constitucional na busca da autoridade maior da nação brasileira, onde mais dois poderes seriam requeridos, além dos três já conhecidos, a saber. O Poder Executivo do(a) Presidente da República, o Poder Legislativo do(a) Presidente do Congresso Nacional, o Poder Judiciário do(a) Presidente do Supremo Tribunal Federal. Na minha base aumentaria mais dois poderes, a saber. O Poder de Imprensa ligado às políticas de expressão pública ideológica e o Poder de Doutrina ligado às políticas de expressão pública religiosa. Eleição direta em todos.



Para entendermos o sustentador de uma plataforma pensamos de forma geométrica e identificamos um plano. Por exemplo, uma mesa pode ser sustentada por três, quatro ou mais pernas ou bases. Se forem largas duas são possíveis. Entretanto, quando as bases iguais de sustentação são três, a plataforma ou plano sobre elas cai se uma delas for danificada. Imagine uma mesa de três pernas ter duas de suas pernas danificadas. A mesa logicamente cairá ao chão. Fenômeno simbólico nos aconteceu recentemente na vida da sociedade brasileira sustentada pelos três poderes da nação, quando dois dos poderes nacionais caíram sob denúncias de corrupção generalizada e maus tratos do recurso público em nome de interesses particulares.



O Poder Judiciário assumiu o país e o controle da nação. mantendo sob a condução do Supremo Tribunal Federal a autoridade de apoio direto à ação da Polícia Federal. O Poder Executivo foi preservado, o Poder Legislativo idem. Entretanto, os custos desse descontrole provisório nos serão cobrados pelos organismos internacionais nas mesas de negociações dos interesses públicos de toda a humanidade. Agora, entendendo isso lembramos de duas bases primordiais nas leis de sustentação constitucional de nosso país. A primeira base é o Regime Capitalista na união das nações. A segunda base é o Poder Superior que nos engloba. A Era Cristã, onde diz: promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO...



Temos agora possibilidade de análise de nossas vidas individuais e de nossas famílias sob efeito dessas forças poderosas legalmente instituídas e as consequências de possíveis descontroles sobre nós. Os efeitos na mudança do curso da riqueza nacional invertendo a fórmula principal, onde diz distribuição de recursos entre todos em nome do poder superior da nação brasileira ou da sociedade brasileira ou dos cidadãos(ãs) brasileiros(as) em contraste com os interesses de concentração econômica sob orientação do regime legalmente definido. A soberania nacional levando o dinheiro público para a distribuição de riqueza em direitos entre todos e a evasão de recursos ou divisas pela ordem subjetiva do regime em deveres.



Ao entendermos que a Imprensa, assim como a Polícia são instituições soberanas, na primeira em direito de expressão jornalística, na segunda de coibir o crime jurídico, inclusive, entendemos que essas duas instituições já são poderes nacionais em curso. Assim, a criação de políticas para a sustentação de suas existências dentro da sociedade deve prescindir da criação de poder independente à semelhança dos poderes já instituídos. Todos eles livres e direcionados pela democrática permanente participação do principal afetado pelas consequências das ações dos poderes por ela própria criada, a sociedade brasileira, onde inclui todos os cidadãos e todas as cidadãs de todas as partes geográficas do país pelo voto.



Para o Poder de Imprensa fica inegável sua profundidade pela liberdade de expressão, mas na prática é competência para mobilizar populações imediatamente e, melhor, no caso brasileiro, até no espaço de concessão pública. O que sugere o uso eficaz dentro da porta aberta em lei e concedida ao povo brasileiro. Ter legislação própria e independência é redundância de vocação sugestionada em desídia negada. Para cidadão(ã) simples são apenas palavras, mas pense se estas minhas palavras são de conhecimento de poucos, se espalhadas por todo o país quem, então, será beneficiado em seu conhecimento público? Se forem de dominação, quem nos protegerá? E, pior, se forem doentias, quem me protegerá de minha própria doença?



Já no caso da Polícia, acredito eu ser tão gritante seu sacerdócio de exercício do poder em nome de todos, que fica desnecessário moldurá-lo, além da ordem divina expressa pelo mestre: Do guarda para o juiz e do juiz para o choro e ranger de dentes. Servir e proteger já diz tudo e sobre, até, todos os poderes. Com relação ao meu sugerido e novo Poder de Doutrina ou Ideológico temos um agravante de necessidade e perspassa pelo direito de ir e vir e do direito à privacidade e individualidade. Em alguns casos, violando o princípio democrático constitucional e a abertura das fronteiras de soberania em nome de grupos de interesses e, nesse caso, pedimos legislação própria por ferimento da defesa nacional.



Para o aprofundamento do sugerido Poder de Doutrina ou Poder de Doutrina Ideológica ou Poder de Ideologia Doutrinária ou Poder de Religião, leia o tópico do tema abaixo:

Vaticanenses