Diagonal Invertida do Tempo em Paralelo Inconsciente

Disse o homem à sua mulher. Mulher, tenha respeito por mim. Respondeu-lhe a mulher. Por quê? Retrucou-lhe, então, seu homem. Seus filhos estão me desrespeitando. Devolveu-lhe a mulher indignada. Como? Finalizou o homem tristemente. Desrespeitando você.
Nessa parábola simples e direta temos uma alegoria a ser colocada em paralelo de entendimento com o tema proposto nesse texto. Quem tiver olhos que os leiam, quem tiver ouvidos que os calem. O tema é pertinente em ambientes filosóficos e intelectuais, entretanto, é tão direto e entendível quanto as lições diárias do cotidiano comum a nos gritar em perplexidade a ciência do não visto e, quando descoberto simples se nos apresenta.



O riso, por vezes, o choro trágico do sabido tarde ou descontinuado de atitude presente. Sabemos que os momentos são únicos para cada ser, mas também sabemos que os memorizamos e os retemos em memórias de planejamento futuro ou lamentações passadas e esse é o nosso movimento por sobre nosso próprio caminho independente de quem esteja caminhando ao nosso lado. Somos filhos de pais presentes e submissos aos seus passos, entretanto, no caminhar preciso nunca lamentamos sua ausência e quando a temos não acreditamos que deveríamos acreditá-la pelo nosso próprio bem ou mal imposto sobre nós por nossas ausências em nosso caminhar solitário sobre o próprio solo do caminho.




Quando aqui estamos sonhamos com o lá futuro para a realização do que planejamos viver. Quando lá estamos choramos por termos sonhado demais e não vivido o simples e direto. Apenas viver o que se pede viver, mesmo sem o glamour do sonho incompleto de realização plena. Descobrimos, então, que o tempo não mais suficiente e se vivido o simples a cada dia em pequenas ações o sonho com o tempo se realizaria ao longo do tempo. Esse é o arcabouço filosófico que nos amordaça no cotidiano filosófico de nossa ignorância sobre nossa própria vida atrelada aos desejos de outros a nos submeter em seus pensamentos e quereres pessoais. As vezes só deles e não nossos, as vezes reais para eles e filosóficos para nós.




De forma objetiva e clara temos em realidade a vivência da ação, a memória da vivência e a sucessão de lembranças ao longo do tempo. O vivido atual no consciente, o lembrado do inconsciente real já vivido e o imaginário a ser vivido nem que seja na condução tendenciosa do nosso caminhar inconsciente. Unidos os três e mais aquilo que nos sublima ou nos somatiza conduzidos somos ao nosso próprio túnel do tempo a nos agregar ao túnel do tempo coletivo. Cada vivência, cada memória lembrada ou retida profundamente, cada desejo ilusório ou real a ser realizado nesse caminho factível e mensurável em ambiente inconsciente a nos projetar para frente e para trás em nossa própria história de vida em linha de tempo.




E, quando nossa e real e mensurável, incluída como de todos no coletivo das mentes em mesmo rumo de desorientação coletiva objetiva e linear. Todos perdidos na mesma direção. De trás para frente e de frente para trás. Na linha de tempo de cada um e ao mesmo tempo de todos os pontos de paralelismo e contato subliminar a dar o curso coletivo e explicarmo-nos em caminhar coletivo dentro do desejo de realização individual e protegido em nosso inconsciente individual como riqueza a ser escondida e ao mesmo tempo compartilhada por todos pelo contato da igualdade paralela. Então, aí o acesso, onde o individual toca no coletivo e o coletivo toca no individual.



Ao sabermos ter 150.000 fios de cabelos em média na cabeça de um ser humano, saberíamos dizer, então, quantos caminhos possíveis temos debaixo de nossos pés? Entretanto, sabemos que respondemos aos estímulos interiores de nosso inconsciente e exteriores de nosso mundo físico científico e mensurável com suas manipulações em mandos de funções e ações humanas orientadas. Para nosso interesse e ou para interesses de outrem. Podemos dizer que Charles Chaplin ao filmar tempos modernos estaria apenas interessado em ganhar dinheiro com seu filme ou avisar-nos os perigos de nossos caminhos orientados pelo inimigo manipulador da dominação ideológica subliminar sobre nossos corpos, através do controle de nossas mentes.




Mentes passivas e submissas às realizações de desejos reais e, as vezes, impostas. Entretanto, um fio condutor único em cada um de nós. Nosso centro do caminhar, o núcleo de nosso caminho físico sobre os pés e condutor de nossos passos a nos deslocar sobre a Terra. Nosso espírito mais limpo e mais livre a conduzir tudo pelo meio de nossas tendências internas e externas a nos empurrar de um lado para o outro ao longo do tempo sobre a passada humana. A nos excitar e erigir nosso desejo no encontro do outro corpo a nos completar na realização desses desejos, nem que fossem provisórios em metas de objetivo principal único. Ser feliz na vida diante da possibilidade presente e futura da morte. Nosso centro nuclear.




Nosso falo temporal na atemporalidade do inconsciente individual e coletivo tão sutilmente a nos apresentar ao mundo e ao mesmo tempo a ser escondido como riqueza pessoal de conquista. A lâmina de todas as camadas a serem vividas na atemporalidade das coisas que vão tanto para frente como para trás na passada da história humana, onde a nossa lâmina lá está no coletivo dos inconscientes individuais e na singularidade de nosso corpo físico humano a dar-nos curso guia de realização e condução, mesmo que sutil de todos os fios possíveis no traçado humano dos caminhos conscientes sob nossos pés e inconscientes de nossos segredos de riqueza pessoal a mover-nos, mesmo sem nossa ciência ao encontro final do riso feliz.




Se livre, feliz e realizador, vitorioso e único. Se manipulado, dominado e criminoso na condução da felicidade coletiva. Quando acreditamos cientificamente na leitura mental desse caminho impresso na mente humana pela atemporalidade inconsciente dentro da tendência individual de comportamento e, nessa leitura, criamos um paralelo de marcação de pontos iguais de monitoramento alinhados ao longo do tempo temos a leitura invertida na diagonal monitorada e a manipulação torna-se simples e pueril pela apropriação do caminho pelo manipulador. A cada ponto dominado na abertura de comportamento paralelo. Uma clonagem ideológica a ser sonhada como apropriação de sonho, desejo ou ação realizada pelo monitorado.




Pelo conhecimento do seu comportamento consciente e ou inconsciente temos um substituto de seu caminho comportamental diante do seu caminho natural de conquistas passado para outrem. Criminoso, apropriador indébito e manipulador coletivo.