Plataforma Governamental sobre o Assoalho Nacional

Ora, se o cidadão livre, tendo a mesma inibição fronteiriça para negociar e/ou adquirir seu sustento material alimentar, sugere-se que, nesse caso, o Estado desiste de dar a ele tratamento igualitário e, se não, sugere-se pela desídia praticada sobre este(a) cidadão(ã) ou filho(a) simbólico(a) brasileiro(a) sem condições materiais de sustento próprio, o Estado acatar uma sequência de crimes continuados correlatos, a saber: discriminação isonômica, constrangimento psicológico, aliciamento para o crime, tortura e, finalmente, tentativa de homicídio. O cidadão molestado, se não encontrar por si mesmo vias de reparo coerentes definha ao longo do tempo em estado psíquico de infantilismo e agressividade resultante.