Naquela época, meu pai tinha um hotel na região de Porto de Galinhas. Eu e Carolina fizemos uma viagem conjunta, passando por Ilhéus, nos hospedamos no Pelourinho em Salvador. Eu seguiria para Pernambuco e ela voltaria de avião para o Rio de Janeiro. Depois que tive o pico de uso contínuo de drogas no ano seguinte e me internara, meu pai me orientou sobre as consequências dos atos praticados e levou-me ao diretor do Instituto Médico Legal de Salvador para uma aula particular sobre o assunto. O médico constatou ser minha dependência psíquica e não química e alertou-me sobre a paranoia resultante no uso continuado da maconha à semelhança da cocaína. Por 1 hora deu-me rédeas do tema com meu pai na sala de espera.

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Depoimento-Parte-2

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