E de cidadão de direitos passa a necessitar de representação para garanti-los a custa de uma imposição de deveres injustos, incorretos, incoerentes e desumanos. O cidadão sem pátria de direitos vive a família sem pai. Ou pelo menos o verdadeiro pai daquela família. Pai que tenha a autoridade dada pela representação verdadeira e nessa autoridade se fundamente. De igual para igual. Pai do filho e filho do pai e igual em sabedoria e ignorância. Imperfeito como a perfeição que sempre está a nos renovar para melhor e como a Constituição Federal que deve nos amparar pela verdade de nosso direito e torna-se incoerente na representação legal de direito onde diz na primeira página: A união e formada por Três Poderes.

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